sábado, 25 de julho de 2015

SUPERSTAR: THE KAREN CARPENTER STORY AKA SUPERSTAR, A HISTÓRIA DE KAREN CARPENTER - 1987


SINOPSE:
Superstar, a História de Karen Carpenter (Superstar: The Karen Carpenter Story) é um filme biográfico feito em 1987, produzido e dirigido por Todd Haynes, co-escrito por Haynes e Cynthia Schneider, a história segue os últimos sete anos da vida de Karen Carpenter.



DIREÇÃO:
Todd Haynes
ELENCO:
Merrill Gruver.....................Karen (Voz)
Michael Edwards..................Richard (Voz)
Melissa Brown.....................A mãe (Voz)
Rob LaBelle........................O pai/Produtor da A&M (Voz)
Nannie Doyle......................Cherry Boone (Voz)
Cynthia Schneider................Dionne Warwick (Voz)
Larry Kole..........................Locutor (Voz)
    
Formato: VHS-Rip/FLV
Tamanho do arquivo: 180MB
Duração: 43min
Proporção da imagem: 4:3 (506X389)
País de origem: EUA
Idioma: Inglês
Legendas: Português (srt, na pasta)


LINK DO FILME NO 4SHARED:


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cinespacemonster.blogspot.com.br

COMENTÁRIOS:
O filme foi retirado de circulação em 1990, após o Diretor Todd Haynes perder uma ação judicial de violação de direitos autorais movida pelo irmão de Karen e colaborador musical, Richard Carpenter. O título do filme é derivado de uma canção de sucesso dos Carpenters de 1971, chamada "Superstar".

O DIRETOR TODD HAYNES


Uma faceta inusitada do filme foi que, em vez de atores, quase todas as encenações foram realizadas com bonecos Barbie e Ken modificados. Haynes detalhou a anorexia e seu agravamento em Karen por sutis marcações que fazia no rosto e nos braços da boneca Barbie que fazia o papel de "Karen". Cenários foram criados corretamente dimensionados para as bonecas, incluindo locais como a casa dos Carpenters em Downey, o apartamento de Karen em Century City, restaurantes, estúdios de gravação, tudo incluindo detalhes minuciosos, como etiquetas em garrafas de vinho e caixas do remédio Ex-Lax. Intercalando com a história foram feitos segmentos como em um documentário explicando a anorexia e usando depoimentos de algumas pessoas dando opiniões sobre os Carpenters. A trilha sonora incidental incluiu muitos sucessos populares da época, incluindo canções de Gilbert O'Sullivan, Elton John, Leon Russell, e dos próprios Carpenters.


OS CARPENTERS


O tom do filme é simpático a Karen, especialmente no que diz respeito à sua anorexia, mas em contraponto a isso tornou os outros personagens tão antipáticos quanto possível. Os pais de Karen, Harold e Agnes, foram retratados como excessivamente controladores, tentando manter Karen vivendo na casa deles, mesmo depois de ela completar vinte e cinco anos. Agnes, além disso, foi retratada como totalmente ignorante com relação ao problema de Karen com a anorexia. Richard Carpenter foi retratado como extremamente perfeccionista e que ficava frequentemente ao lado de seus pais contra Karen, e também foi descrito como mais preocupado com sua carreira do que com a saúde de Karen. Numa cena, o Diretor Haynes insinuou durante uma briga entre Richard e Karen que Richard seria gay, coisa que se houvesse sido divulgada nos anos setenta acabaria com a carreira dos Carpenters.
O tratamento que Haynes deu ao filme foi bastante obscuro, como por exemplo, sua escolha das legendas negras que muitas vezes misturadas com as cenas, ficavam ilegíveis.


FOTOS DE KAREN MOSTRANDO CLARAMENTE DEPOIS E COMO ELA ERA ANTES DA DOENÇA


Após o seu lançamento, o filme não foi um grande sucesso de bilheteria, ficando mais restrito a exibições em vários festivais de cinema. No entanto, pouco tempo depois, Richard Carpenter viu o filme e ficou irritado com a forma como a sua família era retratada nele, e em especial porque o filme insinuou que ele seria gay. Haynes nunca conseguiu aprovação para que fossem usadas no filme qualquer canção ou que fosse usado o nome “Carpenters", graças à isso Richard Carpenter processou Haynes e ganhou. Como resultado do processo, todas as cópias do filme deveriam ser recolhidas e destruídas. O Museu de Arte Moderna dos EUA mantém uma cópia deste filme, mas concordou com a decisão judicial a favor de Richard resolvendo nunca exibi-lo.

SCREENSHOTS:


2 comentários:

  1. Muito legal Major !
    Eu não sou muito fã dos Carpenters, sou mais para rock, blues, metal e jazz, mas eu cresci escutando suas músicas em todo lugar, eu sou de 1973, então fez parte da minha vida, mesmo não pegando um cd para escutar, suas músicas trazem um clima de recordação muito bom, minha mãe sempre gostou muito dos Carpenters, meu pai já é mais com eu, mais para o rock'n roll e metal.
    Mais uma vez você me surpreendeu Major, muito legal este documentário, já estou baixando para mostrar para minha mãe

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  2. Bom dia Carlos! eu sou de 1971, conhecia também os Carpenters até por que me lembro bem passavam sempre as músicas novas deles no Fantástico. Me lembro vagamente quando saiu a notícia que a Karen morreu, pra ser sincero só agora vendo este documentário foi que eu soube que ela tinha problemas com anorexia. Eu sou bem eclético em relação a música, eu só admirava os Carpenters, sei que as músicas eram boas, mas sou como você, não compraria um disco deles não, pois não sou fã. Espero que sua mãe goste dodocumentário, um grande abraço e bom domingo!

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