POSTADO ORIGINALMENTE EM 14/07/2015
O pacato vilarejo de Santa Ynez, no Sudoeste dos Estados Unidos, é abalado quando um misterioso carro todo negro e extremamente veloz atropela e mata sem qualquer motivo. O episódio inquieta o Xerife Everett Peck e mais tarde quando o carro reaparece o mata também. Uma testemunha ocular, uma velha índia, afirma que o veículo não possui motorista, e a suposição de que se trata de um automóvel fantasma parece se confirmar quando o carro ameaça um ensaio de um desfile escolar, as professoras em pânico conseguem levar os alunos para um cemitério e quando entra em confronto com símbolos cristãos, o carro se retrai e foge. O suspense sobre rodas prossegue com uma perseguição eletrizante, culminando com um confronto direto entre o Xerife Substituto Wade e a Máquina do Diabo.
DIREÇÃO:
Elliot Silverstein
ELENCO:
James Brolin....................Xerife Substituto Wade
Kathleen Lloyd.................Lauren Humphries
John Marley.....................Xerife Everett Peck
RG Armstrong..................Amos Clemens
John Rubinstein...............John Morris
Kim Richards....................Lynn Marie Parent
Kyle Richards...................Debbie Pais
Doris Dowling...................Bertha Clemens
Ronny Cox.......................Luke Johnson
Formato: DVD-Rip/AVI
Tamanho do arquivo: 1,55GB
Duração: 1h 36min
Proporção da imagem: 16:9 (704X304)
País de origem: EUA
Idiomas: Inglês/Português
Legendas: Português (srt, na pasta) Traduzidas por Major
LINKS DO FILME DIVIDIDOS EM TRÊS PARTES NUMA PASTA NO MEGA:
senha p/descompactar
cinespacemonster
OBSERVAÇÃO: Este filme foi compactado e dividido usando a extensão “7-Zip”, caso não consiga extrair com o WinRAR ou o WinZIP basta usar o 7-Zip Portable, que além de ser leve, não precisa ser instalado.
COMENTÁRIOS: O carro preto utilizado nas filmagens foi um Lincoln Continental Mark III, modelo de 1971, personalizado por George Barris, o famoso customizador hollywoodiano.
UM LINCOLN CONTINENTAL MARK III,
MODELO USADO COMO BASE PARA O CARRO DO FILME
Quatro carros foram construídos para o filme em seis semanas. Três foram usados para as cenas de ação, o quarto para cenas de close. Os carros dublês foram destruídos durante a produção e o quarto pertence a uma coleção particular.
O LENDÁRIO GEORGE BARRIS À FRENTE DE UMA DE SUAS MAIS FAMOSAS CRIAÇÕES,
O BATMÓVEL DO SERIADO DOS ANOS 60
O falecido líder satanista Anton LaVey prestou assessoria técnica e aparece nos créditos no filme. Sua frase que aparece nos créditos de abertura e é retirada do artigo “Invocation of Destruction” da Bíblia Satânica.
ANTON LAVEY, O SATANISTA QUE COLABOROU NA PRODUÇÃO DO FILME
SCREENSHOTS:









Parabéns por postar este clássico!
ResponderExcluirMajor, muito legal essa foto do satanista Lavey, muito sinistra rsrsrsrs
ResponderExcluirFoi uma jogada de marketing legal, dizer que Anton Lavey colaborou na produção do filme, como se fosse um filme de guerra, em que generais e especialistas treinam os atores, não tem como, filmes de terror são muuuiito legais cara, quando era moleque eu pirava com estes filmes, pena que na época não existia internet, mas em compensação , existiam as video locadoras, principalmente na época em que todas as locadoras tinham filmes piratas, existiam dezenas de milhares de filmes de terror.
Quando acabaram com as locadoras que tinham os piratas, os filmes de terror , simplismente sumiram, e tinhamos que nos contentar com fotos e resenhas dos filmes em revistas importadas.
Mas será que não vão fazer the car 2 ou um novo filme merecia uma releitura um filme muito loco ainda mais para quem ama carros e filmes
ResponderExcluirMas será que não vão fazer the car 2 ou um novo filme merecia uma releitura um filme muito loco ainda mais para quem ama carros e filmes
ResponderExcluirMajor, será que da para reupar este filme ?
ResponderExcluirMe deu vontade de ver novamente, valeu !!
Tá entregue Carlos, um abraço!
ExcluirValeu Major, brigadão mesmo
ExcluirO filme é bem parecido com o livro, mas, pra mim, tem o mesmo problema. O Xerife Wade é a pessoa que mais tem motivos pra acreditar que há algo sobrenatural, mas é o primeiro que descarta essa suposição. O filme tem essa velha índia, mas ela só aparece pra dizer sobre o carro ser sobrenatural e some da história. Mas dá pra assistir de boa. Jefferson Haddad
ResponderExcluirEu achava que já tinha este filme, mas fui conferir e não tinha assitido ainda, gostei bastante, Major, ótimo suspense e efeitos especiais muito bons para a época. Já respondendo o anônimo acima, já fizeram outro filme inspirado neste aqui, é o The Car: Road To Revenge (2019) - assisti também e achei bem fraquinho, o original é bem melhor, vale pelos efeitos especiais, mas não é uma continuação e sim um filme que aproveitou o mesmo tema em uma trama absurda futurística. Grato pela postagem, Major, grande abraço!
ResponderExcluirValeu Karamazov, um grande abraço ao amigo!
ResponderExcluirO título do filme me remeteu à uma música da banda da Bélgica de Heavy Metal dos anos 80, chamada ACID, com vocal feminino. Esta música se chama "Black Car" e está no 2º álbum, intitulado "Maniac", e depois virou faixa título do ep "Black Car", o 3º trabalho da banda.
ResponderExcluirSe ta de brincadeira que você conhece o ACID, metal dos anos 80, totalmente underground, eu tinha uma fita K7 com 3 musicas doo ACID que gravei do programa de metal da 97FM o Riff Raff, ou gravei do comando Metal da 89 FM, não lembro foi de um desses 2 programas, era tudo o que eu conhecia do ACID, agora com a internet da para conhecer qualquer banda e qualquer disco , demais issoo , mas perde um pouco daquela magia de se conseguir algo raro, que só tinha em discos impórtados que custava o olho da cara
ExcluirOlá Carlosm42 Eu tb conheci o ACID nos anos 80, através de fitas K7, que era a única forma de se conseguir essas bandas raras do Metal da época. Eu fazia rolo com os amigos que tínhamos a mesma afinidade de som. Discos importado em vinil nesta época, além de ser muito raro aparecer aqui no Brasil, ainda o preço girava em torno do valor de uns 10 discos nacional, porém, no início do anos 90, com a febre do CD, todos os colecionadores que tinham um poder aquisitivo melhor, preferiam trocar tudo por CD e vender por preço de banana nas lojas, então os lojistas colocavam tudo por preço bem acessível, devido não ser mais bem vendidos e eu aproveitava essa oportunidade e na época estava em um bom emprego, consegui trocar tudo o que eu tinha gravado em fita k7 por vinil. Hoje, estou com uma coleção de uns 640 discos de vinil só de Metal 80's, incluindo os 4 discos do ACID. Não vou nem citar os discos de outros estilos musicais que possuo e que são gostos pessoais pq não vem ao caso, mas ao todo somam mais de 1800 discos, fora os que eu precisei vender para construir minha casinha. Legal encontrar pessoas aqui nos comentários que partilham do mesmos gostos musicais. Um forte abraço, amigo!
ExcluirQue legal cara, eu lembro também que nos anos 90, meus amigos, todos eles, trocaram os vinis por cds, venderam tudo, eu falava não façam isso, vocês vão se arrepender kkkk. E foi o que aconteceu, eu nunca troquei um disco meu de vinil por nada, também tenho alguns discos bem raros em minha coleção, na época eu economizava o ano inteiro, cada centavo para no final do ano comprar um disco importado, como era muleque, eu descia por trás no onibus e economizava o dinheiro kkkk, não é uma atitude muito legal kkkk, mas quando somos jovens somos imprudentes,
Excluirnessa época comprei a 2ª prensagem do ep do mercyful fate o "Nuns Have No Fun" , tenho a 1ª prensagem do split "Bestial Devastation/Século XX, do Sepultura e Overdose, tenho a 1ª prensagem do Morbid Visions, o duplo ao vivo do Venom, entre outras preciosidades
Muito bacana, meu brother! Na verdade, na minha adolescência, isto é, nos anos de 1982 à 1987, minha coleção era na grande maioria em fitas k7 mesmo, pois ninguém do nosso pessoal conseguia comprar discos de vinil por causa do valor absurdo que era, então meu conhecimento de som (especificamente de Metal), vieram através das fitas, pois se não fossem por isso, já no início dos anos 90, eu teria deixado passar muita coisa batida em vinil, quando tínhamos acesso mais fácil em vinil, porque eu não gostava de comprar discos sem conhecer e depois não gostar do que adquiri, raras eram as vezes que eu fazia isso e dava a sorte de ter gostado. De fato, eu tb nunca troquei os poucos vinis nacionais que conseguia comprar ainda nos anos 80 por CD. Comprava CD no começo dos anos 90 das bandas que não aparecia em vinil, porém, sempre que aparecia algum vinil que eu já tinha em CD, eu preferia trocar o CD pelo vinil, kkkk. Parabéns, pois esses que vc citou aí, são realmente raros e caros pra kct. Se vc for procurar em sites de vendas, como o Mercado Livro, por ex., prepare o bolso que a paulada é grande.
ResponderExcluir